terça-feira, 14 de agosto de 2012

A criança, o dinheiro e o meio ambiente



                                                          Crédito: Google Imagens

JMA-Jornal Meio Ambiente por Luciana Ribeiro
Ampliar o conceito de educação financeira para a criança no contexto escolar significa convidá-la a compreender noções de economia e de preservação da natureza. Por isso, dialogar sobre o uso do cofre é uma maneira didática de levá-la a pensar e realizar sonhos que valorizem seu futuro e o futuro do planeta Terra.



Sabe-se que a influência das propagandas e de várias publicidades (TV/rádio/internet) destinadas ao público infantil tem causado vários impactos negativos, uma vez que nos deparamos com crianças assistindo TV por até cinco horas seguidas (super prejudicial para o rendimento escolar). Normalmente, elas são consumidoras fiéis das guloseimas e produtos oferecidos com muita alegria e criatividade, mas que não trazem saúde nem qualidade de vida. No entanto, é raro vermos alguma peça publicitária que estimula o gosto por frutas e outros que nutrem o corpo de forma sustentável.



Essa situação é crítica e difícil, mas uma boa parceria entre pais e escolas pode amenizar e confrontar a situação de descaso com a educação brasileira!



Posto isso, sugiro algumas atividades pedagógicas para serem desenvolvidas nas escolas e nos lares como:



*Problematizar debates para viabilizar a economia do dinheiro e o respeito pela natureza;



*Confeccionar um cofre individual e outro que seja coletivo para ser utilizado em benefício da escola;



*Trabalhar jogos, brincadeiras e teatros para representar problemas e soluções financeiras que propiciem  críticas e soluções educativas.



Enfim, pais e escolas devem preparar-se de forma realista e política a fim de refrear os abusos do capitalismo bruto e mal educado!



Os governos, as escolas e as famílias podem trabalhar juntos para confrontarem o problema causado por empresários pretensiosos e capitalistas, e por todos aqueles que têm ousado a desqualificarem a verdadeira utilidade do dinheiro e do futuro do meio ambiente. E, mais do que nunca, é preciso inserir projetos como estratégias educativas e interacionais no contexto escolar e nos ambientes de convivência humana (hospital, cinema, praça da cidade etc). O caminho a ser percorrido é desafiador, mas deve ser priorizado a partir do compromisso socioambiental.



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