quarta-feira, 13 de março de 2013

A logística reversa e o papel da comunicação ambiental no Brasil


Crédito da imagem: Google
                                    JMA-Jornal Meio Ambiente por Luciana Ribeiro
Diante da crise ambiental que afeta a vida dos brasileiros, percebo o descaso dos órgãos governamentais: Ministério da Educação (MEC), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e outras instituições responsáveis pela democratização da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), os quais ainda não implementaram
nenhuma campanha educativa que seja visível, tais como a distribuição de folders, cartazes e outros para serem distribuídos nos lares, nas escolas e em outros ambientes de convivência humana, a fim de esclarecer o tratamento correto dos resíduos sólidos para as cidades locais e regionais.
Diante das evidências referentes à falta de educação ambiental, ficará muito difícil ou até impossível que cidadãos mobilizem por si só ações socioambientais que beneficiem o meio ambiente. O cidadão precisa ser ouvido para ter acesso aos conhecimentos e aos debates que se ocupem de conhecimentos científicos, divulgando o maquinário apropriado para realizar a coleta dos resíduos sólidos e os dias em que serão coletados pelo poder público, de suas preocupações e de dúvidas sobre o que é logística reversa de fato.
As informações ambientais divulgadas por meio das redes sociais – no facebook, no Orkut e, assim, vários outros estudos que são divulgados por especialistas da área ambiental (Gestor Ambiental, Educador Ambiental, Biólogo e outros),de fato,disseminam as riquezas do meio ambiente (fauna, flora, seres vivos no geral) para os cidadãos e educadores que têm acesso as tais tecnologias. Porém, essas ações virtuais ainda não foram capazes de permitir uma proximidade mais eficiente dos professores, dos médicos, dos analfabetos, dos padeiros, dos motoqueiros, etc., e com suas realidades brasileiras, cito como exemplo a falta de divulgação dos benefícios da coleta seletiva dos resíduos sólidos para os lojistas, comerciantes, farmacêuticos, entretanto, falta comunicação popular que seja direcionada para quaisquer profissionais brasileiros que são pagadores de seus impostos, e que têm direito de saber quais os contatos dos postos de reciclagens que priorizam a preservação ambiental de modo prático e sustentável.
Felizmente, o valor do cidadão e do exercício de sua cidadania no Brasil precisa ser reavaliado e reconhecido nos documentos educacionais (Parâmetros Curriculares Nacionais/Projeto Político Pedagógico/ e nos próprios currículos escolares), nas pesquisas acadêmicas de cunho especializado (Engenharia ambiental, Educação Ambiental, Pedagogia, Jornalismo Ambiental etc.), nas televisões e nos rádios brasileiros, sobretudo para promover projetos educativos que moralizam a PNRS a ser implementada até 2014, ano selecionado para não termos mais lixões nas cidades brasileiras.
Considero a comunicação ambiental importantíssima para o nosso Brasil, por isso é necessário desburocratizar e descentralizar as informações socioambientais ligadas aos órgãos gestores da educação ambiental (Ministério do Meio Ambiente/Ministério da Educação) para os cidadãos terem acesso livre e dinâmico para conhecerem as políticas públicas que valorizam a preservação do meio ambiente, ou seja, todos eles necessitam também receber visitas de profissionais competentes para tratarem desses assuntos e dialogarem sobre a importância da PNRS para suas cidades locais.
Acesse os links para saber sobre a coleta seletiva dos resíduos sólidos no Brasil/postos de coleta voluntária:

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