quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Os lixões brasileiros e a cidade de Brasília


 
                                                   Créditos: Google imagens/29/08/2013
                                                             Por Luciana Ribeiro

Tenho lido inúmeras reportagens que divulgam os malefícios dos lixões brasileiros(https://www.youtube.com/watch?v=IZeWrEHageQ) para nossas cidades;Ora, já é sabido que se pode amenizar esse problema ambiental que tende a ficar mais complexo com os passar dos dias e dos
anos,e que, além de tudo, pode-se utilizá-lo como termômetro indiscutívelpara medir o consumo humano no planeta em que vive.

Desejo com muita eco-sinceridade que a hipocrisia humana fique bem longe de mim; refiro-me ao consumo de bens e serviços que me são necessários de também (sapatos, roupas, educação, saúde, moradia,etc.). Sou consumidora, e preciso ganhar uma renda melhor para sustentar meus três filhos, que carecem de uma educação cidadã que os eduque com mais dignidade ,além disso são necessários recursos para preservar a saúde deles, e a minha também;resumindo, eu sei que para investir em projetos que me trazem qualidade de vida,a fim de ter uma boa reserva de recursos financeiros que são conseguidos pelo trabalho duro e árduo e, nesse intuito, poder construir um futuro sustentável para toda a família.

Refletindo sobre um futuro sustentável para meus amigos, conhecidos, familiares, acredito que a aprovação da Política Nacional dos Resíduos Sólidos, no ano de 2010,veio para ajudar o Brasil, mas vejo que a cidade de Brasília, a capital da república, ainda não se dispôs a funcionar como instrumento e referencial de educação ambiental para todos resolverem os problemas socioambientais que compreendem os desmatamentos de áreas verdes, a falta de coleta seletiva dos resíduos sólidos, etc. Esses problemas afligem o planeta por inteiro.

E justamente pensando nos desafios para se alcançar a cidadania ambiental em Brasília,sabe-se que ela encontra-se bem amparada para atuar por meio do órgão gestor de educação ambiental - Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério da Educação(MEC). Tenho certeza que lá existem especialistas capacitados para nos ensinar e compartilhar projetos que viabilizam a preservação do meio ambiente; e que, de fato, também podem buscar ajuda dos especialistas experientes de Curitiba, da Alemanha e da própria mídia televisiva (Telejornais/Internet) que nos traz bons exemplos voltados para a sustentabilidade local e regional.

O que o órgão gestor de Educação Ambiental está esperando?E, qual é o porquê dessa longa espera para se poder ampliar o espaço pedagógico e cidadão que propicie a comunicação ambiental para minha avó, para minha tia, para meu pai, para minha mãe e, claro, para todosos cidadãos expressarem suas dúvidas, seus anseios e seus projetos que redimensionam suas cidades por meio da sustentabilidade que pode e deve ser vivenciada nas escolas, nas empresas e nos espaços humanos em geral?

Até quando vamos nos deparar com tal frieza do poder público para comunicar as decisões tomadas referentes ao tratamento dos resíduos sólidos no Brasil?

Eu tenho certeza de que nenhum dos senhores ou gestores públicos trabalha sem salários dignos, por isso precisam cumprir metas URGENTES e darem satisfações para os cidadãos, que contribuem com impostos que sustentam a cidade de Brasília e as demais cidades brasileiras.

Como educadora, peço encarecidamente que os governantes públicos (presidenta, deputados, senadores,ambientalistas, etc.) unam suas mãos cidadãs para tocarmos as trombetas que dizem não para o capitalismo desumano, infiel e ignorante para compreender a eficácia dos direitos humanos e os direitos da Terra; a fim de valorizarem a linguagem popular, anunciando campanhas educativas que sejam vistas por meio da televisão, rádio, internet, e divulgadas para as áreas urbanas e rurais, para que se possa ouvir opiniões e dúvidas dos moradores que precisam saber como coletar, separar, e reciclar os restos de alimentos,de pilhas, de baterias, de celulares, etc. 

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